Que neste ano que se inicia desejo que todos seus sonhos se tornem realidade ( sempre Tihtih)
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Ano Novo

Janos foi o deus romano que deu o nome janeiro ao primeiro mês do ano. Olha para a frente e para trás, é o guardião do tempo, que passa e que vem. Abre as portas dos anos novos. O que entendemos por calendário foi instituído por Júlio César em 46 antes de Cristo. Por isso, se chamou calendário Juliano, seguindo as indicações do astrónomo alexandrino Sosígenes, vigorando por 1600 anos.
Até que foi substituído pelo Calendário Gregoriano a 24 de Fevereiro do ano 1582. Que foi adotado nos países ocidentais, enquanto que na Rússia e em outras zonas de influência cristã-ortodoxa, permaneceu o calendário juliano. E este é o motivo, por exemplo, das confusões das datas na Revolução russa.
A inovação do calendário foi homologada no Concílio de Trento, ou da Contra-Reforma, ao lado de outras mudanças importantes, tais como a padronização das missas, com a "Missa Tridentina" (de Trento), instituição do Index Librorum Prohibitorum (das leituras proibidas) e organização da Inquisição e novos decretos de reforma e doutrinais sobre sacramentos em geral, como a eucaristia, a penitência, e a extrema-unção.
A celebração do ano novo é também chamada réveillon, do verbo réveiller, que em francês significa "despertar". Comemora-se com mundanices tais como fogos de artifícios, presentes, cerimônias e curiosidades, como a de pisar ao primeiro instante no terreno do vizinho, costume dos irlandeses, sabe-se lá para quê.
Na Antiguidade, no Egito, há 3750 anos antes de Cristo, a estrela Sirius alinhava-se com a estrela Canopus no rumo Sul ao centro da Via-Láctea, exatamente à zero-hora sobre as Pirâmides de Guiza. Thomaz Magalhães
Janos foi o deus romano que deu o nome janeiro ao primeiro mês do ano. Olha para a frente e para trás, é o guardião do tempo, que passa e que vem. Abre as portas dos anos novos. O que entendemos por calendário foi instituído por Júlio César em 46 antes de Cristo. Por isso, se chamou calendário Juliano, seguindo as indicações do astrónomo alexandrino Sosígenes, vigorando por 1600 anos.
Até que foi substituído pelo Calendário Gregoriano a 24 de Fevereiro do ano 1582. Que foi adotado nos países ocidentais, enquanto que na Rússia e em outras zonas de influência cristã-ortodoxa, permaneceu o calendário juliano. E este é o motivo, por exemplo, das confusões das datas na Revolução russa.
A inovação do calendário foi homologada no Concílio de Trento, ou da Contra-Reforma, ao lado de outras mudanças importantes, tais como a padronização das missas, com a "Missa Tridentina" (de Trento), instituição do Index Librorum Prohibitorum (das leituras proibidas) e organização da Inquisição e novos decretos de reforma e doutrinais sobre sacramentos em geral, como a eucaristia, a penitência, e a extrema-unção.
A celebração do ano novo é também chamada réveillon, do verbo réveiller, que em francês significa "despertar". Comemora-se com mundanices tais como fogos de artifícios, presentes, cerimônias e curiosidades, como a de pisar ao primeiro instante no terreno do vizinho, costume dos irlandeses, sabe-se lá para quê.
Na Antiguidade, no Egito, há 3750 anos antes de Cristo, a estrela Sirius alinhava-se com a estrela Canopus no rumo Sul ao centro da Via-Láctea, exatamente à zero-hora sobre as Pirâmides de Guiza. Thomaz Magalhães
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