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Res: [Mar de Poesias] Saudades do mar...

É velho... velhas feridas não curam com ilusões. É preciso ir além do sonho, de romper os grilhões e ter coragem de tornar a utopia em realidade. Belo trabalho. 
 
 
 
 
-------Mensagem original-------
 
Data: 08/02/12 20:11:26
Assunto: [Mar de Poesias] Saudades do mar...
 

 

 

Tão linda e tão distante... tão minha e tão ausente... e nem toda essa simulação esconde a justa medida de que fomos feitos sob encaixe perfeito daquilo que não se precisa ver para ver...

 

O mais provável é que nada mais seja estático ao apuro da visão de quem enxerga além das montanhas e dos horizontes marinhos. Os meus mais, hoje deficitários, ainda gritam pelos seus ais, quando penso nessa aberração da natureza que é não estar junto dela.

Ela finge tão bem quando faz carnaval com as nossas cinzas que eu quase acredito que a vida termina na quarta-feira, enquanto minhas lágrimas descem ladeira abaixo.

 

Ela é uma mulher que sabe amar. E eu saberia brincar com cada pêlo do seu braço, fazendo-a cerrar os olhos na hora certa, com palavras que pulsam. Mas sou um homem que sabe ir embora quando tudo se finda e oxida às cinco da tarde e me escoa em gosto amargo ( blue-marine)  garganta a fora

.

 

Ps. a boca que te devora

   é a mesma que me silencia

   o amor que te aguarda

   é o mesmo que me adia

 

   resta a folia

   que te fez poesia,

   a mesma,

   Donna dos olhos

   de quem a lê.

 

 

Abraços ao Mar

 

E-RJ

 

 

 

 

 

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[Mar de Poesias] Saudades do mar...

 

 

Tão linda e tão distante... tão minha e tão ausente... e nem toda essa simulação esconde a justa medida de que fomos feitos sob encaixe perfeito daquilo que não se precisa ver para ver...

 

O mais provável é que nada mais seja estático ao apuro da visão de quem enxerga além das montanhas e dos horizontes marinhos. Os meus mais, hoje deficitários, ainda gritam pelos seus ais, quando penso nessa aberração da natureza que é não estar junto dela.

Ela finge tão bem quando faz carnaval com as nossas cinzas que eu quase acredito que a vida termina na quarta-feira, enquanto minhas lágrimas descem ladeira abaixo.

 

Ela é uma mulher que sabe amar. E eu saberia brincar com cada pêlo do seu braço, fazendo-a cerrar os olhos na hora certa, com palavras que pulsam. Mas sou um homem que sabe ir embora quando tudo se finda e oxida às cinco da tarde e me escoa em gosto amargo ( blue-marine)  garganta a fora

.

 

Ps. a boca que te devora

   é a mesma que me silencia

   o amor que te aguarda

   é o mesmo que me adia

 

   resta a folia

   que te fez poesia,

   a mesma,

   Donna dos olhos

   de quem a lê.

 

 

Abraços ao Mar

 

E-RJ

 

 

 

 

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Estilhaços de visões: poesia e poética em Roberto Piva e Claudio Willer

Caros,

Fabrício Clemente, poeta, colega em algumas das turmas de oficina literária desta lista, defenderá sua tese de mestrado em Letras, Estilhaços de visões: poesia e poética em Roberto Piva e Claudio Willer, esta segunda-feira, na FFLCH-USP.

Mais informações em http://claudiowiller.wordpress.com/2012/08/01/dissertacao-de-fabricio-clemente-sobre-piva-e-willer/

Sou bibliografia de uma quantidade de trabalhos acadêmicos, teses, dissertações, etc, mas esta é a primeira vez em que sou tema, e na excelente companhia do Piva.

Além disso, Fabrício Clemente está para lançar livro de poesia. Confirmará o que venho dizendo sobre poesia contemporânea brasileira.

Abraços,

cjwiller@uol.com.br

claudiowiller.wordpress.com

 

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