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[Mar de Poesias] "acalentar"

"acalentar"

não entende o pulsar...
não percebe o olhar
não encontra o amar
 
 
meu desejo perdido ...
solto por aí está  a
sobrevoar os segredos deste amar
 
impulsionando  o encontro
 
 adejar
 
nesta louca carência
 
acarinhar
 
o que não encanta
encantado já está
 
o acalantar a sonhar
 
de uma estrela a brilhar

quem sabe possa voltar...


bjs dhanyzinha
  

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Re: [Mar de Poesias] Todo mundo já teve que renunciar a algo na vida, faz parte de crescer, faz parte do viver enfim.

"Mentindo alegrias que se tornem estrelas a enfeitar teu jardim"

que lindo... pudera a inspiração voltar e ter algumas destas estrelas pra mim

saudades deste mar de vcs ,deste jardim  de estrelas


bjs

dhanyzinha




"Espaço de um Poeta": RENUNCIAS


Em Quarta-feira, 23 de Julho de 2014 8:38, Jorge Costa <sollothesadman@gmail.com> escreveu:


                                                            

É meu o dom da palavra insana, o que eu canto só em mim sangra, ela nasce do vento e chega e me escraviza com seu canto maldito e a desejo mesmo assim

Verso bandido, que pulsa e germina e nasce de dentro e é todo rima que me rouba as madrugadas, onde as mentes inertes descansam e morrem sem mentir, sem sentir


Sou poeta, está em mim viver arrebatado, que não te cause espanto minha trova, nem te doa a ferida aberta pela palavra ferina a cortar como frio aço do punhal.
De fato o bardo tem que dizer o que lhe contam as estrelas

Se não cantasse o que sinto, uma rocha qualquer me amaldiçoaria. Sereno e maldito é para mim teu amor
Que te chegou nos tenros anos, mas te esqueceu na solidão da torre mais alta e amar-te  mesmo assim te condenaria a ser estátua de sal



Estranha loucura é o desconexo das palavras, Escrever até sangrar as mãos, que melhor sina que manchar meu papel em gritos roucos de um sentimento que explode até enlouquecer?


Mesmo que o futuro do amor seja acabar, relegado a distância de um sorriso triste eu e você, indenes Restamos nós, seres puros e vazios, pelas lágrimas vertidas


O cérebro ferve, não de pensar, todos me pensam louco parecem não querer que sol e lua se encontrem, nos dispersaram em distantes galáxias, nunca se pertencerão



Sublimes rompantes me assolam, h
á um dom e ninguém o pode controlar.
Lábios! Cantem a dor dessa
renúncia, renasça nas manhãs o menestrel,
na noite morra eu assim, sempre triste.
Mentindo alegrias que se tornem estrelas a enfeitar teu jard
im.


J.Sollo
--
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virada de ano

Caros oficineiros,

Um 2016 com muita poesia!

No post, capa do meu novo livro:

https://claudiowiller.wordpress.com/2015/12/28/para-uma-bela-postagem-de-fim-de-ano-mais-poesia/

Faremos mais!

Forte abraço,

 

cjwiller@uol.com.br

claudiowiller.wordpress.com

 

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